Acolhimento
A chegada é o momento mais delicado. Recebemos sem julgamento, respeitando o tempo de quem chega e a angústia de quem trouxe.
A Reinserindo Vidas acolhe, trata e prepara o retorno ao convívio de quem está em dependência química, alcoolismo ou outras compulsões. Equipe multidisciplinar, monitoramento 24 horas e estrutura completa em meio à natureza.
Atendimento 24 horas, todos os dias. Sigilo garantido.
Quem somos
O nosso nome descreve o trabalho inteiro. Não basta afastar a pessoa do ambiente que a adoeceu — é preciso tratar, reconstruir o que se perdeu no caminho e devolvê-la ao convívio com condições reais de permanecer.
A chegada é o momento mais delicado. Recebemos sem julgamento, respeitando o tempo de quem chega e a angústia de quem trouxe.
Rotina terapêutica estruturada, acompanhamento profissional e um ambiente que sustenta a mudança em vez de testá-la todo dia.
Autoestima, vínculos familiares, disciplina e projeto de vida. É a parte que ninguém vê e que decide o resultado.
Voltar a estudar, trabalhar e conviver. O acompanhamento continua depois da alta, com a família junto.
O que tratamos
Cada quadro tem um caminho diferente. A avaliação inicial define o que a pessoa precisa, e não um pacote pronto.
Cocaína, crack, maconha, drogas sintéticas e uso combinado de substâncias.
Do uso abusivo à dependência instalada, incluindo casos com prejuízo físico e familiar já avançado.
Ansiolíticos, antidepressivos e analgésicos usados fora de prescrição ou por tempo prolongado.
Compulsão por jogos, apostas online e comportamentos que geram endividamento e ruptura familiar.
Ansiedade, depressão e outros sofrimentos que costumam vir junto e precisam ser acompanhados em conjunto pela equipe.
Quem já passou por outros processos e voltou a usar. Recaída faz parte do quadro e não elimina a chance de recomeço.
Modalidades
Toda internação no Brasil segue a Lei 10.216/2001. Explicamos cada modalidade com clareza para que a família decida sabendo exatamente o que está fazendo.
Acontece com o consentimento de quem vai ser tratado, formalizado por escrito no momento da admissão. É a modalidade com melhor prognóstico, porque a adesão já começa antes da entrada.
A pessoa pode solicitar a interrupção a qualquer momento, e a equipe conduz esse pedido junto com a família.
Prevista para os casos em que a pessoa não tem condições de decidir por si e há risco para ela ou para terceiros. Exige laudo médico circunstanciado que justifique a medida — não basta a vontade da família.
A internação involuntária deve ser comunicada ao Ministério Público em até 72 horas, assim como o seu término. Conduzimos esse trâmite e mantemos a família informada em cada etapa.
Ocorre por decisão judicial, geralmente após perícia. Não é uma escolha da família nem da instituição: cabe ao juiz determinar, e à instituição cumprir dentro do que a decisão estabelece.
A Lei 10.216/2001 assegura à pessoa em tratamento o direito de ser tratada com humanidade e respeito, de ser informada sobre a sua condição e de ter a internação pelo menor tempo necessário. Trabalhamos dentro desse marco — e recusamos qualquer pedido que não se enquadre nele.
Equipe treinada para conduzir o deslocamento até a unidade com abordagem respeitosa, sem uso de força desnecessária e sempre dentro do respaldo médico e legal da modalidade escolhida. Disponível para todo o Brasil.
Se a família ainda não sabe qual caminho seguir, a conversa inicial serve exatamente para isso: entender o quadro, explicar as opções e dizer com honestidade o que é possível esperar de cada uma.
Como funciona
Cada etapa tem um objetivo próprio, e a família é informada em todas elas.
A família relata a situação. A equipe escuta, organiza as informações e explica as possibilidades reais.
Levantamento do quadro clínico, do histórico de uso e do contexto familiar para definir a conduta adequada.
Chegada à unidade, adaptação à rotina e primeiros dias acompanhados de perto pela equipe.
Atendimentos individuais e em grupo, oficinas, atividade física e disciplina diária de convivência.
Trabalho de prevenção de recaída, retomada de vínculos e planejamento do que vem depois.
Acompanhamento pós-alta, orientação continuada à família e apoio no retorno ao estudo e ao trabalho.
Metodologia
Nenhuma abordagem isolada dá conta sozinha. O que funciona é a combinação delas, aplicada com constância.
Atendimento psicológico individual, com escuta e trabalho sobre a história de cada um.
O grupo confronta, sustenta e mostra que ninguém está sozinho naquilo. É o coração do processo.
Oficinas e atividades que devolvem rotina, foco e a sensação de ser capaz de concluir algo.
Trabalho baseado nos grupos de mútua ajuda, com reuniões regulares e apadrinhamento.
Esporte e exercício diários — sono, humor e ansiedade respondem rápido a isso.
Expressão por outros caminhos que não a palavra, para quem ainda não consegue falar do que sente.
Espaço voluntário, respeitando a crença de cada pessoa e sem imposição de qualquer religião.
Encontros e orientação para quem ficou em casa. A família também precisa se tratar.
Equipe
Profissionais de áreas diferentes olhando para a mesma pessoa, com reuniões periódicas de caso.
Avaliação clínica, condução medicamentosa quando indicada e acompanhamento dos quadros associados.
Atendimentos individuais e condução dos grupos terapêuticos.
Oficinas, rotina e reconstrução de hábitos e autonomia.
Cuidado diário, controle de medicação e observação clínica.
Presença constante na unidade, inclusive à noite e nos fins de semana.
Ponto de contato da família e responsável por manter todos informados.
Estrutura
Unidades em meio à natureza, longe do ambiente de uso, com espaço aberto, área de convivência, esporte e acomodações organizadas. A família precisa ver com os próprios olhos — imaginar o desconhecido assusta mais do que a realidade.




























Imagens reais dos espaços. A estrutura disponível varia conforme a unidade e o momento da admissão — no primeiro contato informamos exatamente qual seria o caso.
Um dia na unidade
Parte do tratamento é justamente devolver estrutura ao dia. Horário para acordar, para comer, para trabalhar em si mesmo e para descansar.
Dúvidas
O primeiro passo é uma conversa. Você entra em contato, conta a situação com as palavras que tiver, e a nossa equipe faz uma escuta inicial para entender o caso e explicar quais modalidades se aplicam, o que cada uma exige e os prazos envolvidos.
Varia de caso a caso. O período é definido a partir da avaliação inicial e revisto ao longo do processo, sempre com a família informada.
Desconfie de quem promete prazo fixo antes de conhecer a situação — não é assim que funciona.
Sim. A Lei 10.216/2001 prevê a internação involuntária a pedido de terceiro, desde que exista laudo médico circunstanciado justificando a medida.
Ela precisa ser comunicada ao Ministério Público em até 72 horas, e o mesmo vale para o seu término. Conduzimos esse trâmite e mantemos a família informada em cada etapa.
Sim, e é parte do trabalho. Existem dias e horários definidos para visita, além de encontros de orientação com a família — porque a recuperação não acontece só com quem está em tratamento.
Depende da modalidade e do tempo de permanência. É informado com clareza logo no primeiro contato, por escrito, sem cobrança surpresa no meio do caminho.
Sim, atendemos famílias de todo o Brasil, incluindo o deslocamento até a unidade quando necessário.
Recaída faz parte do quadro e não significa que o caso não tem solução. Muitas das pessoas que atendemos já passaram por outros processos. O que muda é entender o que falhou da outra vez e ajustar a conduta.
O trabalho continua. A reinserção social é uma das nossas quatro etapas: acompanhamento pós-alta, orientação continuada à família e apoio no retorno ao estudo, ao trabalho e ao convívio.
Fale com a gente
Conte o que está acontecendo. A conversa é sigilosa, não tem custo e não gera compromisso nenhum — mesmo que você ainda esteja só considerando a possibilidade.